ARQUIVO INDIVIDUAL


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18
set

(...)

Faz correr a porta do armário pelas guias metálicas e vê o reflexo a deslizar com ela. Observa novamente o corpo nú apoiado nos pés descalços, no chão. Inclina a cabeça um pouco para o lado direito. Depois para o lado esquerdo. O fantasma do espelho segue-o milimetricamente. Encosta a palma da mão na superfície fria do vidro. Quem sou eu? Quem és tu? És eu ao contrário? Tudo o que eu sou ou não sou?

(...)

POR: B (16:39) | ARQUIVADO EM: Moleskine (Ficção) |

Comentários:
veado_ disse:

No leves a mal a crtica mas achei este trecho fraquito. Talvez o contexto d um outro sentido aos clichs...:-(

Em: setembro 19, 2005 3:06 AM
B disse:

No levo nada a mal. So os males de publicar bocadinhos de coisas maiores. Obrigado pela opinio.

Em: setembro 19, 2005 11:20 AM