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X-Men: The Last Stand

Longe da solidez dos anteriores (especialmente do X2), a novo filme da saga X-Men, é, no máximo, competente no campo dos filmes baseados em super-herois. De facto, esta é a sequela que mais se aproxima do feel de comic-book e se afasta dos filmes mais complexos e mais 'filmes a sério' do realizador Bryan Singer, e vive muito do momento criado pelos dois anteriores. Quanto ao filme em si, tinha lido algures que a demonstração de poderes da regressada Jean Grey deixava muito a desejar. Discordo. A bitch vem totalmente carregada de power e é realmente impressionante (mas... onde estão as chamas à volta dela mostradas no anterior... hello! Continuidade por favor...). A história tem potencial mas de algum modo perde-se pelo caminho. Mas esqueçam a história, porque este filme serve para vermos os X-Men em acção em conjunto (ou pelo menos deve ter sido assim que foi pensado...). Há tantas personagens introduzidas mas pouco e mal utilizadas que nem vale a pena referir isso. O filme é curtíssimo e deixa a sensação de ter sido hiper-apressado. Na minha opinião, não é tão desastroso como seria de esperar. Mas, tal como disse no início, Brett Ratner é, no máximo, competente e nada mais que isso. Eles dizem que é o último filme, mas as últimas cenas (e o clip no final dos LONGOS créditos) levam a crer que se este se portar bem nas bilheteiras (não há razão para que não o faça) o X4 virá certamente. Pode ser que se chame X4: A new hope (Bryan's back)...









