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Às vezes vinda de um canto da cabeça, vem a vontade de me deitar no chão da sala e fechar os olhos e convencer-me que não tenho de fazer parte do mundo e que não tenho de fazer nada. É esta a vontade que me acelera o coração, que me faz ter borboletas no estômago e que provoca dores de cabeça quando é arrumada novamente na caixa dos medos sem sentido.









