mai
(...)
A música do elevador é a mesma do costume. Aguardo o décimo segundo andar. Ajusto o nó da gravata no espelho. As portas abrem-se. Joana entra no quinto andar. - "Ricardo, olá!" - dois beijos na cara - "Porquê a cara triste?" Volto-me novamente para o espelho e reparo nessa cara triste. Suspiro. Encolho os ombros. O resto da viagem de elevador é feita em silêncio.
(...)









